Doce ilusão

Todo mundo acha que ser corretor de imóveis é fácil. Canso de ver diretores do mercado financeiro que se aposentam, dondocas que se divorciam, e outros tantos que pensam em voltar a trabalhar dizerem que agora serão corretores de imóveis. Todos acham que ganhamos muito e que é só mostrar um apartamentozinho aqui e outro ali e pronto! Lá vem a gorda comissão!!!

Aparentemente é fácil. Como já contei, tirar o CRECI é moleza e também arrumar apartamentos para vender não é difícil. O duro é encontrar o cliente certo.

Se você resolve trabalhar sozinho, de olho na gorda comissão de 5%, saiba que vai gastar uma fortuna com anúncios sem nenhuma garantia de que vai vender.  Aliás, o que mais acontece é você pegar um imóvel com exclusividade, num preço inicial sempre alto, anunciar, anunciar e quando o proprietário concordar com o seu argumento que o imóvel está fora de preço, que não está vendendo ou tendo visita por esse motivo e colocar o imóvel no preço de mercado, a exclusividade já estará acabando e a chance de outro vender é enorme. Você, via de regra, morre na praia!

Se você vai para uma imobiliária, onde pelo menos o custo com anúncios não é seu, todas tem regras! Horários, plantões, sorteios, exigências de captações para entrar nas chamadas, etc., etc… Ao longo desses anos como corretora tenho visto um enorme entra e sai desses novos corretores.

A verdade é que, como em qualquer outra profissão, é preciso engajamento, é preciso gostar e se dedicar. Sem isso, não se vai a lugar nenhum.

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Novos Tempos

Venda de imóveis não vive mais sem internet, aplicativos e redes sociais

Por Mario Garih

Quase 100% das compras de imóveis passam em algum momento pela internet

Nada de entrar em canteiros de obras ou stand de vendas. Já há alguns anos, quando um consumidor decide comprar um imóvel, o seu ponto de partida é a internet. Por isso, construtoras e imobiliárias passaram a investir em conteúdo e ferramentas digitais para conquistar o público e se aproximar dos clientes. Sites, blogs, canais multimídia, perfis em redes sociais, aplicativos para smartphones, ações mobile e atendimento online formam a base do alicerce para se vender uma casa atualmente.
As compras de imóveis pela internet, no entanto, estão ainda longe de ser uma modalidade de transação efetiva. Os tramites burocráticos da ação não permitem que o consumidor realize todas as etapas da compra no conforto da sua casa. As imobiliárias, por outro lado, oferecerem cada vez mais serviços online, deixando apenas que as assinaturas de contrato sejam presenciais. Até os casos de compras do exterior, por enquanto, são realizados por um procurador.
“Acredito que vamos ainda vender um empreendimento 100% pela internet. Não será hoje, mas no futuro conseguiremos que o cliente escolha e compre seu imóvel por meio de um certificado e uma assinatura digital, que já existe, e faça o pagamento da entrada via internet bank”, declara Gustavo Zobaran, especialista em Comércio Eletrônico e Coordenador de Departamento de Marketing Digital da Brookifield, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias para diversificar no mercado

Os meios digitais têm um papel importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários. Em 2010, a Cyrela contabilizou 20% das vendas realizadas por meio de um canal online, o dobro do ano anterior. O site da companhia recebeu quatro milhões de visitas no mesmo período. “Acreditamos que uma fração desses acessos gera contatos e uma fração de contatos gerará vendas”, afirma Fernando Moulin, Gerente-geral de E-Business da Cyrela Brazil Realty, em entrevista ao portal.
Em 2011, as construtoras passaram a investir em novidades para atrair o público e aumentar o relacionamento das empresas com os clientes, com ações desde o chat online com os corretores a aplicativos para smartphones e canais de comunicação pelas redes sociais. Afinal, a busca por imóvel no meio digital não é mais uma novidade e todas as imobiliárias já possuem, pelo menos, uma página na web.
Por isso, a Coelho da Fonseca aumentou sua presença nas redes sociais como um caminho para o crescimento de vendas. Recentemente, a empresa criou um brand channel no Youtube com mais de 1.200 vídeos com lançamentos e informações que os internautas buscam por meio de filtros ou por um mapa. Somente em três dias no ar o canal de pesquisa já tinha recebido mais de 10 mil acessos. “Percebemos que o cliente passava muito tempo olhando os vídeos no site e decidimos criar uma ferramenta totalmente inédita na América Latina”, afirma Allan Fonseca, Diretor de Canais e Inovação da Coelho da Fonseca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A busca pela inovação

A plataforma de atendimento online da Cyrela existe desde 2003 e após tanto tempo a empresa decidiu inovar na comunicação com o cliente. No início do ano, a companhia estreou no Facebook com a intenção de criar uma plataforma direta de diálogo com os compradores. O chat virtual com o corretor do site passou a ser disponível também na fan page da marca, que hoje conta com mais de 8,4 mil usuários.
“A capacitação do corretor online na relação com o cliente é totalmente direcionada para converter o contato em uma visita, um agendamento e até uma possível venda. Consideramos que um negócio foi fechado pela internet quando todo o processo de escolha é realizado por meio desse corretor”, explica Moulin, da Cyrela.
Na busca pela inovação a construtora também entrou no Instagram. A rede social de compartilhamento de fotos pelos smartphones foi usada como ferramenta para a campanha promocional “Decora Minha Casa”, realizada em parceria com a Florense Alphaville. A ação, ainda em andamento, premiará um usuário com móveis planejados no valor de R$ 10 mil para transformar um cômodo da casa. Com o projeto, a Cyrela pretende transmitir o conceito de realizadora de sonhos e aumentar o relacionamento da marca com os consumidores.

Ações de mudança

Para ir além, a Coelho da Fonseca disponibilizou o site e sua página no Facebook em seis línguas para aumentar a comunicação com todos os públicos, já que os estrangeiros representam 5% dos acessos totais dos canais da empresa. Presente em 16 capitais brasileiras, a imobiliária de alta renda estima que 30% das vendas realizadas no ano passado começaram pelo meio online.
“Para não criar confusão no mercado, não comunicamos que realizamos vendas pela internet. Mas quase 100% dos clientes para procurarem um imóvel em algum momento passam pela internet”, esclarece Allan Fonseca.
A falta de uma regulamentação e indicadores do comércio eletrônico, principalmente no setor imobiliário, não permite que as companhias digam que realizaram vendas pela internet. Apenas mediante uma norma reguladora, que faça com que todas as empresas sigam os mesmos indicadores, é que será creditada uma quantificação de vendas online. Cada empresa segue atualmente seus próprios padrões.
Realizações pioneiras
Já é possível, contudo, receber informações de imóveis até mesmo por SMS. Nas placas de vende-se de algumas casas relacionadas à Coelho da Fonseca, por exemplo, o consumidor encontra um código para enviar uma mensagem e recebe todas as informações e fotos da casa pelo celular. A ação realiza um movimento de crossmedia, transportando os usuários da mídia offline para os canais online.
Indo para o relacionamento com o cliente online, a Masb criada em 2007 a partir uma equipe de antigas construtoras, criou o portal meu Meu Masb, que permite aos clientes terem todos os dados financeiros, boletos bancários, estatísticas do andamento das obras e a possibilidade de antecipar as parcelas do pagamento apenas acessando o canal. Em ação desde o começo do ano, a página recebeu 52 mil visitas e 40% dos clientes já a utilizam.
“Trabalhamos com empreendimento na planta e o ciclo é muito longo, geralmente três anos. Durante este tempo, recebíamos muita demandas, principalmente de questões financeiras, por isso há um ano e meio começamos a planejar o canal de relacionamento com o cliente parar resolver estas questões em um ambiente totalmente online”, conta Camila Enoque, Coordenadora de Comunicação da Masb, em entrevista ao Mundo do Marketing.(Fonte;MundoMarketing)
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Um Novo Lugar para Começar…

Depois de 15 anos trabalhando na Marcus Cavalcanti Empreendimentos Imobiliários, me mudo para a Sapiens Exclusive Negócios Imobiliários. Uma empresa nova, com novo conceito e novas formas de trabalhar.

Arnaldo Grossman do Grupo Consultan de Portugal associou-se ao Marcos Levy, ex-presidente do Grupo Brascan e fundaram a Sapiens Exclusive. A idéia é trabalhar somente imóveis de alto luxo no Rio de Janeiro e oferecer aos investidores brasileiros imóveis em Portugal, Miami e New York.

O que me motivou para me juntar à essa equipe foi a visão empresarial dos dois, trabalhando com novas mídias e uma equipe enxuta. A idéia é não perder o foco da exclusividade, confidencialidade e distinção.

Um novo desafio para quem já está há tanto tempo nesse mercado imobiliário!

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Inflação nos aluguéis

Segundo o G1 Economia,

Após deflação em fevereiro, IGP-M avança em março, diz FGV

Inflação do aluguel variou 0,43%; em fevereiro, índice recuara -0,06%.
Em 12 meses, indicador tem alta de 3,23% e, no ano, de 0,62%.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, porque é utilizado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, variou 0,43% em março, após ter registrado recuo de -0,06% no mês anterior. Em 12 meses, o índice tem alta de 3,23% e, no ano, de 0,62%.

Em fevereiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país e utilizado pelo Banco Central para calibrar os juros, havia apresentado comportamento distinto do IGP-M, registrando desaceleração em relação à variação do mês anterior.

 

Utilizado no cálculo do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que registra a variação dos preços do atacado, avançou 0,42% em março, após deflação de 0,26% em fevereiro.

Já a inflação do varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), também usado para calcular o IGP-M, subiu 0,48%, ante alta de 0,27% em fevereiro. A maior contribuição partiu do grupo habitação, cuja taxa passou de 0,32% para 0,99%. Dentro desse grupo de gastos, tiveram variações mais significativas os preços relativos a empregada doméstica mensalista (de 0,72% para 4,88%), taxa de água e esgoto residencial (de 0,02% para 1,69%) e aluguel residencial (de 0,48% para 0,95%).

Outros grupos de despesa também seguiram o mesmo comportamento: alimentação (de -0,05% para 0,45%), vestuário (de -0,22% para 0,27%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,45% para 0,54%).

Na contramão, estão os grupos educação, leitura e recreação (de 1,18% para 0,27%), comunicação (de 0,18% para -0,26%), despesas diversas (de 0,41% para 0,07%) e transportes (de 0,29% para 0,22%).

Custo da construção
Na mesma divulgação, foi conhecida a variação do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Em março, o indicador subiu 0,37%, abaixo do resultado de fevereiro, de 0,42%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços passou de 0,40% para 0,42%. O índice relativo a mão de obra variou 0,32% em março, contra 0,43% no mês anterior.

Como ficam os juros
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse no início deste mês, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, que a inflação está controlada no país, o que abre a possibilidade de ação do governo nas políticas monetária (definição da taxa de juros).

“Se compararmos janeiro e fevereiro deste ano, com mesmo período do ano passado, a inflação [medida pelo IPCA, que baliza o sistema de metas de inflação do governo] já está menor. Podemos dizer que a inflação já está controlada no Brasil, o que dá mais possibilidade de ação no governo na política monetária e fiscal. O Brasil caminha para taxas de juros de patamares mais normais, de países parecidos”, declarou ele, na época.

 

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Se Essa Rua Fosse Minha…Sobre Cidades e Desejos

Semana passada estive em Vitória para assistir a mais um dos Seminários Internacionais Museu Vale. Esses ótimos seminários (http://www.seminariosmv.org.br) que sempre trazem reflexões sobre temas do nosso tempo, teve como tema, esse ano, Se essa rua fosse minha… Sobre desejos e cidades. Uma proposta para se pensar a vida urbana percorrendo suas ruas e desejos.

Segundo Fernando Pessoa, organizador do Seminário, o tema desse Seminário visa tanto conferir quais são os problemas urbanos, como também proferir soluções que possam melhorar a qualidade de vida de nossas cidades. – “Queremos pensar as ruas em seus fluxos e afetos, o trânsito tanto no envio dos encontros, quanto nos desvios em que nos perdemos, refletir sobre os diversos modos de habitar e construir, o centro e a periferia, o homem e a sociedade, a cidade e o desejo.” Os temas abordados foram:

Notas sobre o espaço público no Brasil – Roberto DaMatta, Antropólogo e professor da PUC-RJ,

Cenas, algumas ob-cenas, da rua – Robert Moses Pechman, Professor do Instituto de Planejamento Urbano e Regional da UFRJ,

De quantos desejos se faz uma cidade? A arte cotidiana de construir sociabilidades – Eliana Kuster, Arquiteta, doutora em planejamento urbano e professora do curso de Construção Civil do IFES/ES,

Tua, minha, nossa rua: A construção simbólico-afetiva das cidades – Ana Luisa Almeida, Doutora do Reputation Institute e professora da PUC-MG,

Cidade, desejo e rejeição – Sérgio Ferraz Magalhães, Arquiteto, doutor em urbanismo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da UFRJ,

Do Desejo de Cidade no Século XXI – Jorge Mario Jáuregui, Arquiteto e Urbanista,

A Cidade” Corpopoética” – Paul Ardenne, Professor de História da Arte da Universidade de Amiens, França; Crítico e Curador de arte contemporânea,

Interstícios: Aprender a habitar o melhor o mundo – Shirley Paes Leme, Artista plástica,

Ruas do Mundo – Argus Caruso Saturnino, Arquiteto,

Projetando Cidades Inclusivas – Cynthia E. Smith, Curadora de design socialmente responsável, Smithsonian’s Cooper Hewitt, National Design Museum, NY,

Estética da Periferia: Um conceito capcioso – Heloisa Buarque de Holanda, Coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea – UFRJ,

A Cidade como Destino – Átila Roque, Presidente da Anistia Internacional.

O Teatro e a Cidade – O Ator e o Cidadão – Hamir Haddad, Teatrólogo e criador do Grupo Tá na Rua.

 

Assistir a esses Seminários sempre me deixa feliz. Abrem minha visão sobre o mundo, a vida e sua tão complicada trajetória!

 

 

 

 

 

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O CRECI

O CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) é o órgão que regula e fiscaliza nossa profissão e todo corretor deve ter seu registro nesse Conselho.

Não gosto de Conselhos muito menos Sindicatos. Não os vejo trabalhar por nós. Funcionam como verdadeiros caça níqueis (e que níqueis!) mas, se eu ia virar uma corretora, precisava ter esse registro.

Nos meus primeiros dias na J.Tavares acompanhei o esforço de uma corretora que estava tirando o seu CRECI. Ela andava cheia de apostilas, ia para o Centro, fazia provas, estudava nos intervalos e eu comecei a ficar preocupada com essa etapa que precisaria vencer. Afinal eu já estava com 46 anos e não estudava há um bom tempo.

Cheguei ao Sindicato para me informar já com algum mau humor. Não consigo me controlar muito quando tenho que tratar qualquer assunto com órgãos públicos, bancos governamentais, ou entidades de classe. A burocracia e a burrice reinante, o “não tô nem aí” dos que não tem seus empregos em risco, sempre me deixam mal. Respirei fundo, rezei para minha santinha, e fui em frente!

Depois de pagar algumas taxas e apresentar algumas cópias de documentos fui então encaminhada ao CRECI, dois andares abaixo. Para minha surpresa, fiquei sabendo que poderia fazer um curso, comprar apostilas ou ir direto para as provas. Eram nove matérias e só podíamos errar três em dez questões ou tirar acima de 70, não me lembro bem. E poderíamos tentar em três provas. Ou seja, três chances em cada prova!

Diante de tantas opções resolvi fazer a primeira prova sem estudar nada. Fui apenas com a minha bagagem de vida. Afinal, já era uma mulher vivida e com boa cultura.

Peguei a primeira prova, de Comunicação e Expressão em Língua Portuguesa e tirei 90! Peguei a segunda, Desenho Arquitetônico e Noções de Construção Civil e tirei 100! A terceira, Direito e Legislação, também gabaritei. Fui me empolgando e achei que passaria o resto do dia por lá e sairia com tudo resolvido. Não deixaram. Só três provas por dia.

No segundo dia fiz as provas de Economia e Mercado, Matemática Financeira e Noções de Relações Humanas e Ética, gabaritando as três, e, no terceiro dia completei as provas com Operações Imobiliárias, Organização e Técnica Comercial e Problemas Socioeconômicos Contemporâneos, tirando 93, 90 e 100 respectivamente. E assim foi. Em três dias, tirei meu CRECI!

Gosto de contar essa história porque ela mostra que o mais difícil na obtenção do registro é a grana para pagar todas as taxas!

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